quarta-feira, 27 de março de 2013

Pastor Farshid é condenado à 06 anos de prisão no Irã


Desde dezembro de 2010, Farshd está na prisaõ de Teerã, no lrã
Por sua fé, foi condenado a 6 anos de prisão Farshid é casado e tem dois filhos pequenos
Estima-se que, atualmente, 100 milhões de cristãos são perseguidos por causa de sua fé. Eles são interrogados, ameaçados, presos, torturados e até mortos por seguirem a Cristo.
  Além de Paulo, os cristãos do Novo Testamento enfrentaram cinco fontes de perseguição: Governantes (Atos 12.2), Sacerdotes (Mateus 26.3,4; Atos 2.36; João 18.31; Atos 7.54-59), Mercadores (Atos 16 e 19), Agitadores (Atos 17) e a
Família (Mateus 10.35,36).
Enfim, a Bíblia afirma: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.” (2 Timóteo 3.12).
Para grande parte dos cidadãos do mundo ocidental, cristãos ou não, o tema “perseguição religiosa” pode soar estranho. Uma das explicações talvez seja o fato de que a maioria dos países deste lado do globo vive em plena democracia e por isso, em geral, as pessoas estão acostumadas a ter seus direitos garantidos por lei e amplamente respeitados. No entanto, essa ideia de que a liberdade e o acesso a direitos fundamentais estão consolidados para a maior parte da população mundial neste século 21 tem se mostrado uma ilusão.
Os países que apresentam elevados índices de restrições à religião não são maioria – 64, no total –, porém abrigam a maior parte da população mundial. Países como China, Índia, Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, costumam ocupar as manchetes por diferentes motivos, mas raramente são vinculados pela mídia secular à perseguição, muitas vezes implacável, que impõem aos adeptos da fé cristã.
Admitir e conhecer a realidade da perseguição é o primeiro passo para que a Igreja se posicione ao lado daqueles membros do Corpo que sofrem por seguir a Cristo e para que passe a agir em favor deles.

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